Run #13 teve clima perfeito, amigos por todos os lados e até “participação especial” em prova oficial no Golden Gate Park.
Golden Gate Park em dia de prova
Corri a meia maratona #13 de novo no Golden Gate Park, em São Francisco, justamente no dia em que estava rolando um evento de corrida por lá (https://sanfranciscohalfmarathon.org/), com percurso passando pelo parque e pela orla do Pacífico.
Meu amigo Yves estava inscrito na distância de meia maratona, então eu virei quase “atleta pirata”: não participei oficialmente, corri a maior parte do tempo fora do trajeto da prova, explorando trilhas novas dentro do parque, mas no final não resisti e entrei no percurso oficial vindo do lado do oceano até a linha de chegada.

Yves em dia de recorde
O grande destaque do dia foi o Yves, que não só completou a prova forte como ainda cravou um novo recorde pessoal na meia maratona, fechando abaixo de 1h58. Para um percurso cheio de gente, curvas e aquele clima de prova grande em São Francisco, isso é simplesmente sensacional – parabéns, Yves, desempenho de campeão!
Time fora do evento oficial
Além do Yves, o Derek e o Herminio também apareceram para correr, assim como eu, fora do evento. Cada um acabou fazendo um trajeto e uma distância um pouco diferentes ali pela região do parque e arredores, então eu só dividi parte do caminho com eles, encontrando todo mundo de novo depois, já perto da área de chegada. No fim, parecia quase um treino de equipe paralelo à meia maratona oficial, com cada um no seu ritmo, mas todo mundo conectado pela mesma manhã de corrida.
E ainda teve o Carl, que veio especialmente para assistir o Yves terminar a prova. Ele não correu, mas se juntou ao grupo depois, ajudando a transformar o pós-corrida em um almoço animado cheio de histórias e piadas sobre a prova e os trajetos “alternativos” que a gente inventou.

Sol, temperatura perfeita e céu azul
O clima colaborou muito: começamos com temperatura abaixo de 10 graus Celsius, aquele friozinho ideal para correr, e ao longo da manhã o tempo foi esquentando um pouco. O céu ficou de um azul lindo, com sol brilhando o tempo todo, um típico dia de inverno generoso em São Francisco – frio na largada, agradável no meio da corrida e com o parque inteiro iluminado, deixando qualquer quilômetro mais fácil de encarar.
Insta360 X5 em modo “tremido”
Levei de novo a Insta360 X5 para registrar a corrida, mas dessa vez o setup não foi dos melhores. Prendi o bastão da câmera dentro do colete de corrida, nas costas, e o resultado é que os vídeos saíram um pouco tremidos, porque a câmera balançava junto com cada passada e a posição elevada no bastão amplifica esse movimento mesmo com estabilização. Pelo menos fica a lição para a próxima: testar um suporte de peito ou ombro, ou alguma forma de fixar melhor a câmera ao corpo para ter imagens mais estáveis das próximas meias.
Brunch no Outerlands
Depois da corrida, juntamos o “pelotão” – corredores oficiais, não oficiais e torcida organizada – e fomos para um brunch no Outerlands, no Outer Sunset. O restaurante fica ali pertinho da praia, em Judah St, conhecido pelo ambiente aconchegante e brunch concorrido, com pratos bem servidos e um clima que combina muito com pós-corrida: roupa esportiva, medalha pendurada e fome de corredor. Foi a maneira perfeita de fechar a manhã: mesa cheia, Yves comemorando o recorde, Carl celebrando como se tivesse corrido junto, Derek e Herminio contando suas versões dos trajetos pelo parque, e eu já pensando em como transformar tudo isso em mais um capítulo da aventura 52@52.
Joelho comportado, panturrilha nem tanto
Fisicamente, o saldo foi positivo: o joelho direito deu só um desconforto mínimo e não piorou ao longo da corrida, o que é um ótimo sinal para a sequência de meias maratonas. Já a panturrilha da perna esquerda resolveu repetir o roteiro da corrida anterior e voltou a reclamar durante o percurso, mas sempre naquele nível “incomodando, mas sem ameaçar encerrar o dia”. Com alongamento, fortalecimento e um pouco de cuidado extra durante a semana, a expectativa é chegar pronto para a próxima etapa do projeto 52@52, de preferência com panturrilha mais feliz, vídeos menos tremidos e, quem sabe, mais encontros inesperados pelo caminho.

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