Das ruas do bairro à trilha do córrego
A corrida de hoje foi uma rota bem mista: comecei nas ruas normais do bairro e depois entrei nos trechos pavimentados e de terra da Penitencia Creek Trail, seguindo o córrego até chegar ao Alum Rock Park. Gosto muito desse tipo de progressão — sair do asfalto em meio a carros e casas e, aos poucos, ir trocando tudo isso por água, árvores e área de parque conforme os quilômetros passam.



Clima quase chuvoso perfeito para correr
A previsão era de chuva fraca, mas a temperatura acabou ficando praticamente perfeita para correr, entre 11 e 13 °C (52 a 55 °F). Saí logo depois de uma garoa leve e, durante a maior parte do percurso, peguei só um chuvisco, o suficiente para manter o corpo fresco sem encharcar. Quando faltavam cerca de 2 milhas para o fim, a chuva leve voltou, mas em vez de atrapalhar acabou sendo um jeito bem agradável e refrescante de encerrar o treino.
Solo dessa vez
Dessa vez fui sozinho — sem apoio de bike, sem câmera me seguindo, só eu, a trilha e o audiolivro nos ouvidos. Depois de várias corridas com a “equipe de família” ao lado, foi um pouco diferente voltar a correr solo, mas a mudança de cenário — da cidade para o córrego e depois para o parque — ajudou a manter a cabeça ocupada até a chegada em Alum Rock. Como esqueci a minha Insta360 X5 em casa, acabei gravando alguns trechos com o celular ao longo do córrego, já dentro do Alum Rock Park, e rapidamente lembrei o quanto a imagem do telefone fica bem pior que a da X5.
Adeus (por enquanto), Murderbot
Em algum momento ao longo dos quilômetros de hoje, terminei de ouvir All Systems Red, da Martha Wells, o primeiro livro da série The Murderbot Diaries. Foi bem legal ter a voz sarcástica e meio relutante do Murderbot como companhia nessas últimas corridas, e fechar o audiolivro justamente quando concluí esse percurso até Alum Rock deu a sensação de encerrar a história e o treino ao mesmo tempo. Com certeza vou procurar o próximo livro da série para ver para onde o Murderbot vai a partir daqui.

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