Run #12 teve de tudo: sol, amigos surpresa, uma câmera temperamental e panturrilha fazendo drama na segunda metade do caminho.
Trilhas, feriado e pouco descanso
Encarei a meia maratona #12 nas trilhas do sudeste da Bay Area, com a Paula de bike ao meu lado 😍🥰 transformando o treino em set de filmagem móvel. A graça extra deste fim de semana é que a corrida #11 foi na segunda-feira de feriado, então esse foi oficialmente o menor intervalo de descanso que tive entre duas meias maratonas até agora no 52@52.
A novela da Insta360 X5
Dessa vez instalei a Insta360 X5 no guidão da bike da Paula, confiante de que, finalmente, a bateria ia aguentar a corrida inteira. Desliguei o PureVideo (ótimo para pouca luz, mas eu estava correndo de dia), desliguei o processamento de IA durante a gravação para ele acontecer só enquanto a câmera estivesse carregando e ativei a opção de tempo estendido, que teoricamente aumenta a duração de gravação em troca de possível perda de qualidade. Depois de tudo, descobri que a câmera parou de gravar com cerca de 50 minutos – não por causa da bateria, mas porque o cartão SD encheu completamente. Aparentemente, nunca apagar nenhum vídeo desde que comprei a câmera em novembro não foi exatamente a ideia mais brilhante; a bateria passou no teste, mas meus hábitos de acumular arquivos não. Melhor sorte (e SD mais limpo) na próxima, por favor.
Encontro improvável na ciclovia
Como se não bastasse, ainda teve uma cena de pura serendipidade no meio do treino. Sem combinar nada, eu e a Paula fomos alcançados por um grupo de amigos do trabalho que estavam pedalando na mesma ciclovia: o Marcelo (aquele mesmo da corrida #5, lembra?), o Derek e o pai dele, e o Sandro, convidado especial vindo direto do Brasil. De repente, a meia virou quase um “longão social”, com bikes, risadas, papo em dia e trilha cheia de gente conhecida.
Tênis, joelho e panturrilha reclamona
Nos pés fui novamente de Altra Rivera 3, confiando no zero drop e no espaço generoso na frente para aguentar mais 21,1 km em cima de pernas já cansadas. O joelho, que vinha me preocupando, se comportou surpreendentemente bem e, dessa vez, não foi o protagonista. Quem resolveu roubar a cena foi a panturrilha esquerda, que começou a doer depois da metade da corrida e me obrigou a fazer algumas paradas rápidas para alongar. A dor ficou na categoria “chata, mas controlável”, e cada pausa para alongamento foi suficiente para colocar a musculatura de volta na linha e seguir em frente
De olho no próximo fim de semana
Ao longo da semana, o plano é caprichar nos alongamentos de panturrilha, soltar a musculatura com mobilidade leve e, usar meu massage gun. Se tudo correr bem, a perna deve acalmar e eu devo chegar inteiro para encarar a meia maratona de número 13 no próximo fim de semana – com cartão de memória esvaziado e pronto para mais cenas desta aventura 52@52.y

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